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talvez seja assim, meu amor.
talvez não possamos amar da mesma maneira quando há um corpo.
quando há uma voz.
quando só nós existimos, a dúvida, o medo são tão diferentes.
sabemos tão bem das espadas que há tanto manejamos e a qualquer momento os diluirão.
e das rosas? aquelas que trocamos?
o medo. o medo? tens medo, amor?
eu? como não poderia deixar de ter? mas também, como não poderia deixar de o ollhar? e dizer-lhe: és o meu medo... és apenas o meu medo. e tu, meu medo, tornas-te pequenino. pequenino. e eu dou-te a mão e levo-te para o mar.
e lá, enquanto espero que as vagas te levem, longe, reencontro-te meu amor.
tu, que também fizeste uma bola de areia e medos e a arremessaste às águas.
e nós, meu amor, nesta grande praia...
talvez não possamos amar da mesma maneira quando há um corpo.
quando há uma voz.
quando só nós existimos, a dúvida, o medo são tão diferentes.
sabemos tão bem das espadas que há tanto manejamos e a qualquer momento os diluirão.
e das rosas? aquelas que trocamos?
o medo. o medo? tens medo, amor?
eu? como não poderia deixar de ter? mas também, como não poderia deixar de o ollhar? e dizer-lhe: és o meu medo... és apenas o meu medo. e tu, meu medo, tornas-te pequenino. pequenino. e eu dou-te a mão e levo-te para o mar.
e lá, enquanto espero que as vagas te levem, longe, reencontro-te meu amor.
tu, que também fizeste uma bola de areia e medos e a arremessaste às águas.
e nós, meu amor, nesta grande praia...
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