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meu querido r.
tantas coisas te escrevi(?), te falei, ao longo deste mês de silêncio. esqueci-te e lembrei-te. li-te e reli-me. cheguei a enganar-me ao dizer um nome parecido com o teu, dizendo (finalmente) o teu.
e apenas tenho estado ao lado, a teu lado. (não, não fui… embora. tu sabes)
e eu a teu lado e deixaste de me ver(?) de me querer ver(?)
somos os dois ‘tonhos’ que não vamos atrás de ninguém? e assim ficamos?
ou finalmente a tua vida desembrulhou-se… e és feliz…(branco ou negro…)
do que sinto por ti, meu amor, conforta-me esta possibilidade… de te saber a sorrir, esquecendo as zangas com a vida.
sabes, amor, a gente quando cresce aprende que não é capaz de mudar ninguém, nem fazer com que nos olhem, muito menos que nos amem como nós amamos…
a gente quando cresce… pensa… e por mais que não queira, às vezes sente feridas antigas… ou apenas o amor que nunca teve…
e dá um passo ao lado… deixando a dor voar como se não existisse. inventando alegrias para se distrair. ou somente para conseguir continuar a amar em liberdade.
tenho tido saudades tuas amor
e quando são muitas, imensas, inspiro-as, e ponho-as num qualquer canto meu, não sei se do corpo ou da alma. como este canto nosso, que por vezes evito. não é preciso dizer-te porquê, pois não…
nem sei se virás mais algum dia aqui…
e o que é que eu faço com as nossas bagas, meu príncipe das madrugadas?
como-as, mas elas nascem uma e outra vez…
com(o) os beijos (na boca) que me ofereceste
como aroma leve do teu sabor – nunca experimentado
e neste silêncio às vezes ouço em eco as tuas gargalhadas e quero-te.
estás a ver, amor meu, não sei ser de outra maneira…
(já te disse das saudades?)
deixo-te aqui um beijo, meu amor de uma primavera…
quere-lo?
tantas coisas te escrevi(?), te falei, ao longo deste mês de silêncio. esqueci-te e lembrei-te. li-te e reli-me. cheguei a enganar-me ao dizer um nome parecido com o teu, dizendo (finalmente) o teu.
e apenas tenho estado ao lado, a teu lado. (não, não fui… embora. tu sabes)
e eu a teu lado e deixaste de me ver(?) de me querer ver(?)
somos os dois ‘tonhos’ que não vamos atrás de ninguém? e assim ficamos?
ou finalmente a tua vida desembrulhou-se… e és feliz…(branco ou negro…)
do que sinto por ti, meu amor, conforta-me esta possibilidade… de te saber a sorrir, esquecendo as zangas com a vida.
sabes, amor, a gente quando cresce aprende que não é capaz de mudar ninguém, nem fazer com que nos olhem, muito menos que nos amem como nós amamos…
a gente quando cresce… pensa… e por mais que não queira, às vezes sente feridas antigas… ou apenas o amor que nunca teve…
e dá um passo ao lado… deixando a dor voar como se não existisse. inventando alegrias para se distrair. ou somente para conseguir continuar a amar em liberdade.
tenho tido saudades tuas amor
e quando são muitas, imensas, inspiro-as, e ponho-as num qualquer canto meu, não sei se do corpo ou da alma. como este canto nosso, que por vezes evito. não é preciso dizer-te porquê, pois não…
nem sei se virás mais algum dia aqui…
e o que é que eu faço com as nossas bagas, meu príncipe das madrugadas?
como-as, mas elas nascem uma e outra vez…
com(o) os beijos (na boca) que me ofereceste
como aroma leve do teu sabor – nunca experimentado
e neste silêncio às vezes ouço em eco as tuas gargalhadas e quero-te.
estás a ver, amor meu, não sei ser de outra maneira…
(já te disse das saudades?)
deixo-te aqui um beijo, meu amor de uma primavera…
quere-lo?
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